sábado, 4 de abril de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Dúvidas.
O que é viver?
É sentir dores?
É ter necessidades fisiológicas?
É saber a amargura do arrependimento sozinho?
É sentir o aconchego da paz em companhia?
É só isso?
Ou é mais?
É estudar?
É trabalhar?
É sorrir?
É chorar?
Por que tudo que é bom há um defeito?
Por que tudo que é defeituoso é admirável?
É a vida dos outros melhor que a minha?
Ou sou eu muito preocupado?
Por que ora parece tão difícil, ora parece tão fácil?
Ter respostas me ajudaria?
Eu continuo com as dúvidas...
Esperando... mas ainda caminhando.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Aos Amigos.
São pequenas coisas que me alegram:
O sorriso retribuído ou dado a mim ou dividido comigo entre piadas e comentários hilários.
O olhar de carinho e ternura ou desejo. O olhar profundo depois de um desabafo ou crítica construtiva, ou então um simples olhar.
O toque, seja na carícia ou quando de forma despreocupada pousa a mão ora no meu ombro, ora no meu joelho enquanto conversa comigo. O toque quando me pede um abraço ou me consola.
A atenção que direciona para mim tanto para falar das minhas culpas e derramar problemas como para falar da vida e contar histórias.
O respeito que dá à minha pessoa e aos meus segredos.
Em me ter como boa companhia.
As chamadas para nos encontrarmos.
A confiança que deposita em mim.
Em se preocupar comigo.
Em saber que está bem e vê-lo crescer profissionalmente.
São pequenas coisas, amigo, que me alegram em tê-lo ao meu lado.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Bem, não te vi.
“Bem-te-vi”
“Bem-te-vi”
Junto com os raios da manhã na janela.
“Bem-te-vi”
“Bem-te-vi”
Faz lembrar o meu bem em casa.
“Bem-te-vi”
“Bem-te-vi”
Que há anos nem casa, nem vi.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
é no que dá.
- Preciso desligar!
- Por favor, não desliga!
É o bastante para continuar na linha.
- Estamos como o tempo que relampeja, contudo não chove.
Choveu.
- Adoro chuva!
E choveu no dia seguinte, quando eu procurava palavras. Uma chuva bem mais forte na solidão e dentro de mim.
Acaso (confusa.)
Pergunto-me se um dia isso irá acabar ou se eu quero que acabe. Deixaremos de provocar com ou sem intenção. Deixaremos de nos incomodar com o passado. Eu deixarei de me incomodar com a sua existência.
Pergunto-me quando irei realmente te esquecer (já me disseram que isso nunca ocorrerá). Pergunto-me quando o acaso não te trará de volta e quando a certeza deixa de ser certeza para não ser dúvida, para ser apenas passado sem incomodo ou emoção.
Quando deixarei de procurar explicações para o acaso ou para ti?