Ela se deita, encosta sua cabeça em mim, depois me puxa entre seus braços, me abraça, um abraço que não é para mim, abraço com lembranças... recordações. Ela faz uma prece, eu ouço os sussurros e diria quase sentir as palavras dentro de sua cabeça... ela pensa, me abraça e me inunda. Quando a dor é maior esconde seu rosto em mim... chora e grita um grito que só eu posso ouvir (quase perco a audição). Quando ela ama acompanho seus sonhos, sejam eles tecidos em qualquer hora, estando de olhos abertos ou fechados. Ela inunda de lágrimas que não são para mim e eu escuto, mas ela não me escuta e eu a amparo e ela desabafa. Às vezes apanho socos... ela não é violenta comigo, isso é raro (uma única vez... no máximo duas), mas já aconteceu... sou mordido... mas depois ela me abraça forte, chora e dorme.
- Dorme, Camila... dorme!
domingo, 7 de setembro de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
Achar.
As estrelas possuem um brilho azul e divino. Elas estão lá, longe de mim, mas eu quero possuí-las. Posso? Não sei se devo, mas as quero para mim.
Tranco pessoas no meu coração e quero soltá-las. Cadê a chave? Como você entrou aí? Por que não saí? Não sabe sair?!
E o que será que aperta? É a dor de está longe ou a dor de já ter estado perto? Não sei. Só sei que aperta!
Você diria drama. Eu diria tocante. Há um meio termo entre os dois. A gente pode chamar solidão? Porque eu ainda procuro, mas não sei se irei encontrar
Tranco pessoas no meu coração e quero soltá-las. Cadê a chave? Como você entrou aí? Por que não saí? Não sabe sair?!
E o que será que aperta? É a dor de está longe ou a dor de já ter estado perto? Não sei. Só sei que aperta!
Você diria drama. Eu diria tocante. Há um meio termo entre os dois. A gente pode chamar solidão? Porque eu ainda procuro, mas não sei se irei encontrar
Não há loucura sem motivos.
Vários pensamentos se passam na cabeça em um segundo.
Grito para ser ouvida.
Respeito e admiração podem se complementar, mas nem sempre estão juntos.
Quem nunca foi louco ou quis ter uma atitude de louco?
O que é ser normal?
Não te acho normal!
Grito para ser ouvida.
Respeito e admiração podem se complementar, mas nem sempre estão juntos.
Quem nunca foi louco ou quis ter uma atitude de louco?
O que é ser normal?
Não te acho normal!
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Tão perto e tão longe.
Eu quero falar da dor que aperta meu coração e escorre por entre os dedos das mãos.
Da dúvida que confunde e engana
Misturada a dor que eu não tenho obrigação (talvez nem direito) de sentir.
Ah, se você soubesse que eu só quero amar!
Que eu quero gritar ao mundo e falar baixo ao teu ouvido “te amo”.
E o que é o amor?
Nada de mais...
Algo tão perto que está tão longe.
Da dúvida que confunde e engana
Misturada a dor que eu não tenho obrigação (talvez nem direito) de sentir.
Ah, se você soubesse que eu só quero amar!
Que eu quero gritar ao mundo e falar baixo ao teu ouvido “te amo”.
E o que é o amor?
Nada de mais...
Algo tão perto que está tão longe.
sábado, 5 de julho de 2008
Simples coisas que alegram.
Abraços.
Rever amigos.
Falar besteiras.
Rir.
Fazer novas amizades.
Dançar e pular.
Isto tudo junto e simultaneamente é melhor que qualquer droga.
Rever amigos.
Falar besteiras.
Rir.
Fazer novas amizades.
Dançar e pular.
Isto tudo junto e simultaneamente é melhor que qualquer droga.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
é pura impressão
Você já teve a sensação do seu passado está no seu presente?
Dependendo do que você sente (caso não esteja confuso)... é algo extremamente interessante.
Dependendo do que você sente (caso não esteja confuso)... é algo extremamente interessante.
domingo, 1 de junho de 2008
Em mãos.
Confesso ser uma grande admiradora do organismo humano, da sua complexidade e da sua fragilidade. Uma membrana, um citoplasma e um núcleo ou vetor gênico, um RNA ou uma mitocôndria defeituosa para toda a perfeita sincronia desabar.
Porém, mais do que o conjunto que forma um olhar, mais do que as fibras que esboçam um sorriso ou o formato do rosto e os músculos dos membros, as curvas das costas, o que muitas vezes prende a minha atenção são as mãos. Elas são as mentoras do homem, a ferramenta principal de qualquer artista e que realizam as vontades destes. O cego usa as mãos para tatear e decifrar o invisível, o surdo-mudo se comunica através delas.
Por meio das mãos podemos acariciar e machucar, defender-se ou chamar a atenção. Em muitos momentos as mãos são o complemento do conforto.
Porém, mais do que o conjunto que forma um olhar, mais do que as fibras que esboçam um sorriso ou o formato do rosto e os músculos dos membros, as curvas das costas, o que muitas vezes prende a minha atenção são as mãos. Elas são as mentoras do homem, a ferramenta principal de qualquer artista e que realizam as vontades destes. O cego usa as mãos para tatear e decifrar o invisível, o surdo-mudo se comunica através delas.
Por meio das mãos podemos acariciar e machucar, defender-se ou chamar a atenção. Em muitos momentos as mãos são o complemento do conforto.
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